quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

saudade sadia.

Às vezes é bom olhar pra trás, e ver tudo que passou, sorrir do que chorou. amigos antigos se perdem quando só se olha pra frente, às vezes é preciso busca-los, onde pelos infortúnios da vida foram deixados. Do tempo que deixou saudade, tento buscar sentir o que sentia, olhar, como antes via, a beleza em tudo. Músicas que marcaram momentos, fotos que registraram, aquilo que os olhos e o coração muito mais guardaram. Aos meus amigos peço que me perdoem por qualquer coisa, aos futuros peço que surjam de fato e aos antigos, digo com toda certeza, que os trouxe ao meu presente e do amor que antes os tinha, hoje não é diferente...

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Minha filosonomina.

Um ser composto de idéias indefinidamente intrigantes, tentando gozar da incoerente liberdade privada, dentro de uma máquina composta de engrenagens, a qual chamamos de corpo e articulações. Se não pelas idéias, como posso ser livre? As idéias não morrem, o corpo, a matéria, tudo que é tateável se desfaz.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

!


Foi na estante do barzinho, conversando e sorrindo, que uma linda garota conheci.
O olhar dessa menina, ah que olhar, não pude parar de observar.
Logo eu que não queria, estou prestes a encontrar... um amor pra recordar.
Queria poder falar, sem medo de assustar, o que eu sinto... em cada vão olhar.
Queria poder revelar, o que o meu coração grita em silêncio, o que, por muitas vezes, as pessoas deixam escapar.
Acho que vou arriscar, no que o meu coração diz, não tenha medo de tentar.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Uma dose de whisky por favor.


Preste atenção, amor, corra para longe, me esqueça, voe, avante!
Preste atenção, amor, não cruze meu caminho, me deixe andar sozinho.
Um copo de whisky, sem gelo, quero sentir o calor, amenizar a dor.
Querida me perdoe se não pude ser tudo aquilo, se no mais íntimo não consegui desvendar o nosso amor.
Não precisa temer, tente entender que a nossa história não tem mais continuação.
Vá para esquerda e eu vou para direita, mas o mundo gira, quando nos encontrarmos, por favor, não cruze meu caminho. Me deixe andar sozinho.
Outra dose sem demora, quente, de whisky. Quero negar a doçura, mergulhar na amargura. O amor é uma guerra a qual não posso mais travar, cansei de bater, cansei de apanhar.
E quando tenho uma ponta de esperança imagino amor sem guerra, paixão sem aflição.
Nessa utopia eu me debruço e reconheço que desconheço, procuro não pensar...
O que tiver de ser, será.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011


I feel sorry for the mistakes
i feel sorry for the heart break
i feel like i have to go.
I feel like theres no others in the world.
Like a shadow only, and me.
The way back seems shut, but the road ahead is open wide.
Why, do i have to stay? When theres nothing more to say.
My heart asks me to keep my soul there, but my brain says, go away...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Disse para mim um poeta, quem na vida não chora,
do amor não se recorda.
Triste de mim se amor não vivi, chorar de amor não é sofrer, é na vida, poder reviver, é sentir no peito o palpitar de um coração que já conheceu o significado de amar.
E é a saudade que traz o meu pranto de maior penar, que me faz do amor, apenas a dor.
Da despedida que se fez eterna, levo a saudade e a memória
de alguém que não pude deixar, levo o amor e a certeza, que cada lágrima é a garantia, que a alma que um dia disse adeus, há de voltar, em cada lembrança, há de voltar…

domingo, 19 de setembro de 2010

sertania


No nordeste há algo que engrandece,
uma tristeza que enobrece.
Sol escaldante, terra seca e vaca magra.
Homem que trabalha, pobreza que avassala.
Do agreste ao sertão, alegria de peão encosta,
família rí, família chora, a fome assola.
Quando a sanfona toca virgulino na sua neguinha encosta,
Lampião e sua Maria, ah que coisa bonita.
De Campina a Palmares, há de se dizer
a beleza não está só nos mares.
A beleza também está no coração, do homem que vive no sertão.